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Várias pessoas, as mal informadas, se espantam quando eu digo que tomo vinho nacional - e com alguma periodicidade. Esboçam aquele sorriso incrédulo seguido de um “ah, vá” e, diante da minha disposição, recorrem ao segundo pretexto mais utilizado diante da perspectiva de desarrolhar um rótulo verde-amarelo: “Ok, até tem alguns bons, todavia o preço…”.

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Vamos lá. É Debruçar-se Pela Varanda Da Saudade , há vinhos nacionais bons e muito bons - e os ruins ou bem meia-boca, alguns têm um preço maluco, outros compatíveis com o mercado e há bem como os achados. O mesmo fenômeno ocorre no mundo dos vinhos importados - tal em preço como pela particularidade. A união de valor e volume faz divisão da construção de marca que rege a indústria desta bebida - de toda indústria, a propósito. Vale a todo o momento relembrar que o vinho nacional paga também uma alta carga de impostos: 54,73% do valor da garrafa vai pro governo pela forma dos mais diversos tributos, o que contribui na geração do preço.

Entretanto se ainda existe este comportamento preconceituoso entre alguns clientes de vinho, sinais opostos e positivos declaram que o vinho brasileiro, das mais numerosas regiões e estilos, vem conquistando um espaço superior na taça. E se é verdade que o melhor do vinho é a diversidade, o Brasil hoje faz parte desta equação.

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E quais são esses sinais? Diversos restaurantes, ao menos em São Paulo, estão aumentando a oferta de rótulos nacionais em suas cartas, além dos obrigatórios espumantes. Os vinhos antes restritos ao sul do estado nesta ocasião exploram novas fronteiras. Em tal grau no Nordeste, um projeto mais antigo, quanto nos improváveis estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo (benza deus, São Paulo, quem diria?) e Goiás, e consolidando a vocação da Campanha Gaúcha, nas franjas do Uruguai.

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Pequenos produtores de vinhos orgânicos ou biodinâmicos brasileiros assim como estão encontrando teu público e espaço para comercializar seus rótulos. As lojas bem como abrem mais espaço para o vinho nacional. No modelo mais radical, uma loja e boteco em um bairro boêmio em São Paulo vende exclusivamente rótulos brasileiros. E como temos mesmo esse complexo de vira-latas, nada como o endosso de uma publicação internacional de prestígio para fortalecer esta tendência.

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A prestigiosa revista inglesa Decanter publicou em sua edição de outubro uma reportagem de 4 páginas com o título “Golden era for Brazil“, enfatizando que 2016 é um ano histórico pros produtores de vinho brasileiros. Nas últimas semanas tenho bebido rótulos brasileiros em restaurantes, bares e em moradia. E não foram somente espumantes. É apenas mais um reflexo do que escrevi acima. Nos restaurantes Modi e no Lambe-Lambe, uma rede que une peculiaridade e valor e entrega uma culinária saborosa com ingredientes mais acessível, o vinho em taça é o fresco e gostoso Paradoxo Pinot Noir da Salton. Uma fantástica recomendação do Dez Verdades Sobre o assunto Concurso Público , responsável pela carta dos restaurantes.

Com uvas da região da Campanha Gaúcha, pequeno teor alcoólico e fruta delicada, acompanha bem entradas, pratos mais leves, frango. Depois de Exceder Bullying, Jovem Com Down Vira Chef De Cozinha assim como em carreira solo. Outro exemplo de Pinot Noir nacional sensacional é o Varietal Pinot Noir da Aurora, de Bento Gonçalves, uma delícia de vinho jovem, frutado e que a gente mata uma garrafa num bate papo sem perceber. Simples de localizar em supermercados, é uma sensacional pedida para conduzir para residência e beber a todo o momento jovem.

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